Ébria do olor de amorar-te,
deixei-me estar assim
-sorriso sereno e manso-
pronta a sorver da tua boca
os cítricos sabores tantos
Sabores que até diria
(como dizem sempre os loucos)
Teriam gosto de fruta
Da que se tira do pé
E perpetua a raça humana
Entre um Homem e uma mulher
(Lena Ferreira & Jenario de Fátima)
VERSOS SINTÔNICOS é o resultado da união de almas poéticas em versos entrelaçados. Muitos são os amigos que me deram a honra e o prazer de parceriar. Experiência única e linda, onde um poeta adentra o sentir do outro com tamanha intensidade que tem-se a impressão de que apenas uma pessoa escreveu...Confira.
TANTAS...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
ACONTECE
Às vezes, acontece
do sol encontrar a lua
na esquina da madrugada
os dois com a alma nua...
Às vezes, é quando
o amor acontece...
num leito de estrelas
enquanto não amanhece...
Às vezes, acontece
de o vento soprar
as nuvens escurecidas
dos pensamentos de saudade
Já outras vezes,
apenas uma brisa prevalece...
e o céu desperta nas perdidas
nuances da breve felicidade!
Lena Ferreira & Telma Moreira
do sol encontrar a lua
na esquina da madrugada
os dois com a alma nua...
Às vezes, é quando
o amor acontece...
num leito de estrelas
enquanto não amanhece...
Às vezes, acontece
de o vento soprar
as nuvens escurecidas
dos pensamentos de saudade
Já outras vezes,
apenas uma brisa prevalece...
e o céu desperta nas perdidas
nuances da breve felicidade!
Lena Ferreira & Telma Moreira
OUVIR ESTRELAS, NÃO MAIS!
Desfila a noite com seu negro manto
Purpurinado com gotículas de prata.
E essa visão de puríssimo encanto
É embalada por delicada serenata.
De longe ouve-se o suave marulhar
Que em ondas traz-me a lembrança,
De um encontro numa noite de luar,
Onde a felicidade era só uma criança.
E a cada onda quebrantando na praia:
-Um véu de espumas beijando a areia-
No peito, uma grande saudade ensaia,
Do nosso amor em noite de lua cheia.
Ouvir estrelas, deitados lado a lado,
Um sonho que faz parte do passado.
Lena Ferreira & Verluci Almeida
15/07/2010
*Essa parceria nos rendeu o 3º lugar no concurso de parcerias 2010 na comunidade NAVEGANTES DAS ESTRELAS
Purpurinado com gotículas de prata.
E essa visão de puríssimo encanto
É embalada por delicada serenata.
De longe ouve-se o suave marulhar
Que em ondas traz-me a lembrança,
De um encontro numa noite de luar,
Onde a felicidade era só uma criança.
E a cada onda quebrantando na praia:
-Um véu de espumas beijando a areia-
No peito, uma grande saudade ensaia,
Do nosso amor em noite de lua cheia.
Ouvir estrelas, deitados lado a lado,
Um sonho que faz parte do passado.
Lena Ferreira & Verluci Almeida
15/07/2010
*Essa parceria nos rendeu o 3º lugar no concurso de parcerias 2010 na comunidade NAVEGANTES DAS ESTRELAS
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
CHEIRO DE INFÂNCIA
Sinto cheiro de terra molhada;
Morro de saudades da infância,
Onde contava, das estrelas, pegadas ,
Viajava nas asas do vento em ânsia,
Sinto cheiro de café coado na hora
Ouço o canto dos sabiás
Relembro os pingos de orvalho na aurora
e do vento em assovios cantar
Sinto meus pés pisando no rio
doce água me acaricia
Devaneio em poesia
A realidade está por um fio...
Mas sinto que mesmo em êxtase...
um suspiro escapa de minha alma
E escorrega pelas águas tão calmas
Jane Moreira, Mauro Mazza, André Anlub,
Carmen Dias, Mavie Louzada,
Marcelo Poeta & Kleber
Morro de saudades da infância,
Onde contava, das estrelas, pegadas ,
Viajava nas asas do vento em ânsia,
Sinto cheiro de café coado na hora
Ouço o canto dos sabiás
Relembro os pingos de orvalho na aurora
e do vento em assovios cantar
Sinto meus pés pisando no rio
doce água me acaricia
Devaneio em poesia
A realidade está por um fio...
Mas sinto que mesmo em êxtase...
um suspiro escapa de minha alma
E escorrega pelas águas tão calmas
Jane Moreira, Mauro Mazza, André Anlub,
Carmen Dias, Mavie Louzada,
Marcelo Poeta & Kleber
GLÓRIAS
Glórias!
\o/
Perfume que inebria o ambiente
contagiando toda a alma
capaz de absorver as benesses
enviadas pelo Criador
\o/
Graças!
Milhões de graças
cintilam em cada letrinha da gente.
Elevo a Deus uma prece
e ele des cria a dor
\o/
Glórias!
Infindas bençãos jorram
qual cascatas ambundantes
derramando em cada verso
a plenitude do Cria Amor
Lena Ferreira & Carmen R. Dias
\o/
Perfume que inebria o ambiente
contagiando toda a alma
capaz de absorver as benesses
enviadas pelo Criador
\o/
Graças!
Milhões de graças
cintilam em cada letrinha da gente.
Elevo a Deus uma prece
e ele des cria a dor
\o/
Glórias!
Infindas bençãos jorram
qual cascatas ambundantes
derramando em cada verso
a plenitude do Cria Amor
Lena Ferreira & Carmen R. Dias
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
QUE FAZER?
.
Que fazer se sou compulsivo?
Se a ordem é minha medida?
Mas meu verso é impreciso?
E a inspiração não é perdida
.
Que fazer se sou incisivo?
Se o poema me põe cativo?
Se levo a sério esta vida?
Se sou casca de ferida?
.
Que fazer se eu analiso
Penso infinitamente ou mais
Se palavras não ecomomizo?
.
Que fazer se em rimas tais
Os sentimentos nunca são iguais?
Me respondam:sou indeciso?
Mauro Mazza, Jane Moreira, Carmen Dias,
André Anlub, Gil Costa, Mavie Louzada & Lena Ferreira
Que fazer se sou compulsivo?
Se a ordem é minha medida?
Mas meu verso é impreciso?
E a inspiração não é perdida
.
Que fazer se sou incisivo?
Se o poema me põe cativo?
Se levo a sério esta vida?
Se sou casca de ferida?
.
Que fazer se eu analiso
Penso infinitamente ou mais
Se palavras não ecomomizo?
.
Que fazer se em rimas tais
Os sentimentos nunca são iguais?
Me respondam:sou indeciso?
Mauro Mazza, Jane Moreira, Carmen Dias,
André Anlub, Gil Costa, Mavie Louzada & Lena Ferreira
JORNADA INSANA
Com falsos beijos vendidos
Com a alma ensangüentada
Dormia com desconhecidos
E acordava desesperada
Com os cabelos encardidos
Pesadelos mesmo acordada
Esbravejava seus gemidos:
Pobre alma acorrentada
De dia, vagava embaçada
À noite, o "uniforme" usando,
Recomeçava a caçada.
Por dentro a alma gritando
E assim, seguia a jornada
Insana, pela vida vagando
Vivendo um tudo do nada
E os sonhos despedaçando
Jane Moreira e Lena Ferreira
Com a alma ensangüentada
Dormia com desconhecidos
E acordava desesperada
Com os cabelos encardidos
Pesadelos mesmo acordada
Esbravejava seus gemidos:
Pobre alma acorrentada
De dia, vagava embaçada
À noite, o "uniforme" usando,
Recomeçava a caçada.
Por dentro a alma gritando
E assim, seguia a jornada
Insana, pela vida vagando
Vivendo um tudo do nada
E os sonhos despedaçando
Jane Moreira e Lena Ferreira
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